R+ - CLÍNICA
Mulher, 62 anos de idade, ex-fumante (tendo parado de fumar há quatro anos), recebeu diagnóstico de DPOC há 6 meses após consulta devido a dispneia progressiva aos esforços em suas atividades domésticas. Tinha mMRC = 2 e CAT = 18. Nega histórico de exacerbações. Espirometria: VEF1 pós-broncodilatador = 48% do previsto. Foi prescrita medicação inalatória com associação de tiotrópio 2,5 mcg + olodaterol 2,5 mcg duas doses pela manhã. Foi encaminhada para atualização vacinal. Retorna à consulta com discreta melhora da dispneia aos esforços, mas ainda com limitações no trabalho. Recebeu vacinas para influenza, SARSCoV-2 e pneumococo. Hemograma: eosinófilos = 360/mm³. Radiografia de tórax: sinais indiretos de hiperinsuflação, sem outras alterações importantes. Quais medidas deveriam ser orientadas à paciente?