R+ - CLÍNICA
Homem de 59 anos, com diagnóstico de doença intersticial pulmonar, encontra-se internado na enfermaria. Está traqueostomizado, respirando espontaneamente e realizando nebulização contínua na cânula metálica. Aguarda reabilitação para alta hospitalar. Nas últimas 24 horas, passou a apresentar sonolência, cefaleia e aumento progressivo da PACO 2, de 52 para 68 mmHg. A saturação de oxigênio mantém-se em 100% com fluxo de 8L/min de oxigênio, utilizado para gerar a névoa da nebulização. O restante do exame clínico permanece estável, sem sinais de sepse ou de obstrução da cânula. Qual é a conduta mais adequada diante dessa situação?