Questão de Pneumologia — DANTE-SP 2026

R+ - CLÍNICA

Homem de 88 anos, com diagnóstico de Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) GOLD IV, em uso domiciliar contínuo de oxigênio, procura a unidade de emergência por dispneia intensa em repouso há 24 horas, com piora com relação ao habitual. Refere tosse seca, mas nega febre ou dor torácica. Faz uso regular de budesonida/formoterol, tiotrópio, azitromicina em dias alternados e prednisolona 5 mg/dia. Ao exame, encontra-se ansioso, com frequência respiratória de 28 irpm e saturação periférica de oxigênio de 90% com oxigênio a 3 L/min. A ausculta pulmonar revela roncos difusos e sibilos discretos. A radiografia de tórax não evidenciou novos infiltrados. Gasometria Arterial - pH: 7,37 (VR: 7,35-7,45), pCO₂: 58mmHg (VR: 35-45mmHg), pO₂: 62mmHg (VR: 80-100mmHg), HCO₃⁻: 32mEq/L (VR: 22-26mEq/L). Após broncodilatadores e ajuste de oxigênio, o paciente mantém dispneia intensa e sensação de sufocamento. Qual das seguintes condutas é mais apropriada para o controle da dispneia refratária neste paciente?

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