ACESSO DIRETO
Menina de 9 anos com epilepsia de difícil controle chega na emergência pediátrica em crise tônico-clônica generalizada iniciada há 15 minutos, sem resposta ao diazepam retal administrado pela mãe em casa. Na unidade, está em crise contínua, com necessidade de oxigênio suplementar. Mesmo após 3 tentativas em 2 minutos pela equipe de enfermagem, não há acesso venoso. A equipe prepara material para acesso intraósseo e medicação. Considerando o caso, qual é a conduta mais indicada para interromper o estado epiléptico?