R+ - PEDIATRIA
Criança de 10 anos, com diagnóstico prévio de diabetes mellitus tipo 1, foi admitida na unidade de terapia intensiva com cetoacidose Diabética (CAD), apresentando os seguintes parâmetros: glicemia de 460 mg/dL, pH venoso 7,12, bicarbonato 8 mEq/L, anion GAP 22 mEq/L e cetonúria 3+ (valor de referência: ausente). Foi iniciado o tratamento conforme protocolo clínico, com reposição volêmica, correção dos distúrbios hidroeletrolíticos e infusão contínua de insulina regular intravenosa (0,1 U/kg/h). Após 36 horas de tratamento, a paciente evoluiu com melhora clínica, encontrando-se lúcida, hemodinamicamente estável e aceitando dieta oral. Os exames laboratoriais mostraram: glicemia de 180 mg/dL, pH 7,34, bicarbonato 20 mEq/L, anion GAP 10 mEq/L e cetonúria 2+. Diante do quadro descrito, a conduta mais apropriada em relação à insulinoterapia neste momento é: