R+ - PEDIATRIA
Uma paciente de cinco anos de idade, com diagnóstico de leucemia linfoide aguda, em tratamento quimioterápico, foi admitida na unidade de terapia intensiva pediátrica com quadro de choque séptico. Após ressuscitação volêmica inicial com 40 mL/kg, ela persistiu hipotensa (PA = 80x45 mmHg), taquicárdica (FC = 160 bpm) e com má perfusão periférica. Foi iniciada noradrenalina em dose crescente. Uma ecocardiografia funcional foi realizada para melhor avaliação hemodinâmica e revelou os seguintes parâmetros: Fração de Ejeção do Ventrículo Esquerdo (FEVE) de 35% (valor de referência: acima de 54%) e um índice cardíaco de 2,5 L/min/m² (valor de referência: 3,0 a 4,5 L/min/m²). A Veia Cava Inferior (VCI) mostrava-se pletórica, com colapsibilidade mínima. Considerando o quadro de choque séptico e os achados ecocardiográficos, qual a intervenção terapêutica mais adequada para otimizar o estado hemodinâmico da paciente?