R+ - CLÍNICA
Mulher de 32 anos, com diagnóstico prévio de migrânea, comparece à consulta com a neurologia em decorrência de quadro de cefaleia bilateral e pulsátil, de ocorrência diária e associada à irritabilidade. Descreve que a dor é diferente da que costuma apresentar com as crises de migrânea. Refere que, nos últimos cinco meses, vinha apresentando crises frequentes de enxaqueca, levando-a à ingestão de sumatriptano e corticoide, além de analgésicos comuns, por mais de 10 dias ao mês. No último mês, porém, a cefaleia mudou seu padrão e vem se sustentando há mais de 15 dias. Diante do exposto, a provável hipótese diagnóstica é: