ACESSO DIRETO
Com o objetivo de analisar os fatores associados à interrupção do tratamento antirretroviral entre as pessoas que vivem com o vírus da imunodeficiência humana (HIV), realizou-se um estudo transversal com participantes do Projeto A Hora é Agora, nos municípios de Campo Grande (MS), Curitiba (PR) e Florianópolis (SC).##### CUNHA, A. P. *et al.* Fatores associados à interrupção do tratamento antirretroviral de pessoas que vivem com HIV/aids em municípios brasileiros entre 2019 e 2022. Revista Brasileira de Epidemiologia [online]. v. 28. Disponível em https://www.scielo.br/j/rbepid/a/78VY38NdQ8knNWRPtMRYYRv/?lang=pt. Acesso out 2025. I. Os indivíduos de 40 a 49 anos (OR = 1,63; IC95% 1,03–2,56) e de 50 anos ou mais (OR = 1,73; IC95% 1,12–2,66), em Curitiba, apresentaram maior probabilidade de interromper o tratamento quando comparados aos de 15 a 29 anos. II. Em relação à escolaridade, participantes sem declaração de nível de instrução apresentaram maior chance de interrupção (OR = 1,66; IC95% 1,06–2,62). III. Em relação à escolaridade, participantes sem declaração de nível de instrução apresentaram menor chance de interrupção (OR = 1,66; IC95% 1,06–2,62). IV. Em Florianópolis, a interrupção foi mais frequente entre indivíduos com até 7 anos de escolaridade (OR = 1,62; IC95% 1,15–2,29) e entre aqueles com 8 a 11 anos de escolaridade (OR = 1,42; IC95% 1,09–1,84). Está correto o que se afirma em: [[IMAGE:c7784b41-3e05-45ea-8da7-9013dc54db98.png]]