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Nuligesta de 32 anos, tabagista, em uso de anticoncepcional oral, foi encaminhada ao Ambulatório de Patologia do Trato Genital Inferior por citopatológico de colo uterino, que indicou lesão intraepitelial de alto grau (LIEAG) e papilomavírus humano de alto risco (HPV 33). À colposcopia, observaram-se orifício cervical externo em fenda, junção escamoglandular visível, mosaico com relevo no lábio anterior, das 10 às 3 horas, compatível com alteração maior. Foi indicada conização com cirurgia de alta frequência. O resultado anatomopatológico do cone revelou carcinoma epidermoide medindo 6 mm de extensão horizontal e 2 mm de invasão estromal (profundidade), invasão do espaço linfovascular (IELV) não identificada, limites livres de neoplasia e de lesão de alto grau (margens de 5 mm). Qual a conduta seguinte mais apropriada?