R+ - CIRURGIA
Homem de 66 anos iniciou, há seis meses, quadro de disfagia progressiva para sólidos. Nega dor torácica e regurgitação. Apresentou emagrecimento de 12 kg no período. Realizou investigação complementar com endoscopia digestiva, que identificou lesão ulcerada friável em esôfago, localizada a 28 cm dos incisivos, ocupando aproximadamente 70% da luz do órgão. O restante da endoscopia foi normal. Foram realizadas biópsias com resultado de carcinoma espinocelular moderadamente diferenciado. A partir desses resultados, foram solicitados exames de estadiamento: ecoendoscopia, que mostrou lesão em esôfago torácico com acometimento parietal até a camada adventícia; Tomografia Computadorizada (TC) de tórax, que evidenciou a presença de tumoração em esôfago torácico e linfonodo mediastinal suspeito com 15 mm em seu eixo vertical; TC de abdômen e pelve, que foram normais, e PET-TC, que mostrou captação do radiofármaco apenas na lesão esofágica e em dois linfonodos mediastinais. Baseados nessas informações, o estadiamento clínico e a conduta terapêutica adequada são, respectivamente: