ACESSO DIRETO
Homem, 52 anos, diabético, foi admitido em choque séptico por fasceíte necrosante perineal (gangrena de Fournier) e submetido a desbridamento cirúrgico inicial. No 3º dia pós-operatório, apresenta piora clínica e laboratorial: febre persistente, aumento da dor local, taquicardia e hipotensão com necessidade de vasopressores, leucocitose acentuada, PCR e lactato em ascensão. Ao exame, há ferida extensa no períneo (imagem), com celulite progressiva e focos de necrose residual. Qual deve ser a conduta a seguir?