R+ - CIRURGIA
As questões 33 e 34 se referem ao caso abaixo: Uma mulher de 50 anos apresenta-se ao pronto-socorro queixando-se de dor abdominal epigástrica aguda que piorou nos últimos dias e que parece ocorrer logo após comer ou beber. Ela sente algumas náuseas, mas nega vômitos. O histórico médico anterior é significativo para hipertensão, apneia obstrutiva do sono com pressão positiva contínua nas vias aéreas, hipercolesterolemia e diabetes tipo 2. Seu histórico cirúrgico apresenta bypass gástrico laparoscópico há 1 ano. Ela nega qualquer uso de drogas, mas bebe uma taça de vinho tinto quase todas as noites para "ajudar o coração". Após muita investigação, relata que, embora tenha parado de fumar antes da cirurgia, voltou a fumar há cerca de 6 meses, um maço por dia. Ela afima que, no momento da cirurgia pesava 165 kg com um IMS - índice de massa corporal de 59 kg/m² e agora perdeu 54 kg com um IMC de 38,6 kg/m². Ela não vê um cirurgião bariátrico desde sua visita pós- operatória há 3 meses, principalmente porque está envergonhada por ter começado a fumar novamente. Ela parou de tomar seu omeprazol quando sua receita expirou meses atrás. Os sinais vitais são: frequência cardíaca de 115 batimentos por minuto, pressão arterial de 97/62 mmHg, frequência respiratória de 18 incursões por minuto, saturação de oxigênio 98%. Seu exame físico apresenta sensibilidade abdominal difusa, mais significativa no epigástrio, com defesa voluntária. Os ruídos hidroaéreos estão ausentes. O teste de sangue oculto nas fezes é positivo. Qual das seguintes é a complicação mais comum (precoce ou tardia) após bypass gástrico laparoscópico?