R+ - CLÍNICA
Paciente J.L., 62 anos, com histórico de hipertensão e doença arterial coronariana, apresenta progressiva fadiga e dispneia aos esforços (classificado como NYHA Classe II). O diagnóstico de Insuficiência Cardíaca (IC) é confirmado por sintomas típicos e evidências de disfunção cardíaca. O ecocardiograma revela Disfunção Ventricular Esquerda grave, com Fração de Ejeção do Ventrículo Esquerdo (FEVE) de 35%. A IC é uma complexa síndrome clínica que resulta de qualquer comprometimento estrutural ou funcional do enchimento ou ejeção ventricular. A classificação dos pacientes com IC baseada na FEVE (Reduzida vs. Preservada) é fundamental devido às diferenças no perfil demográfico, comorbidades e, crucialmente, na resposta às terapias. Para este paciente com Insuficiência Cardíaca e Fração de Ejeção Reduzida (HFrEF, FEVE ≤40%) sintomática, qual é o pilar terapêutico que comprovadamente atenua ou reverte o remodelamento ventricular e reduz a morbidade e mortalidade, conforme as diretrizes atuais?